da palavra
a arranhar a garganta
sentiu o gosto ocre
quis cuspir
tentou fazê-la sair
pelo nariz
em vão
entalada estava
sem caminho de ida ou volta.
há dias em que
a vida não está para prosa.
Jussara Resende
múltiplas poéticas viagens metafóricas por realidades reinventadas pelo serTão de cada um
vampiro goytacá canibal tupiniquim vermelho meu espelho da cabeça ao coração do coração a cabeça antes que me esqueça nervos medula mús...
Nenhum comentário:
Postar um comentário